Casamento Judaico

Casamento judaico. Meu primeiro de muitos, tomara! Muita ansiedade, não via a hora de fazer o registro do casamento da Ilana e do Gustavo. Adorei fazer! Acho que nós nunca fizemos tantos cliques em uma festa quanto nesta. Todo mundo muito feliz, para cada lado que a gente olhava tinha um lance imperdível acontecendo, não dava nem para piscar! Para escolher as fotos do álbum foi o maior sufoco, teríamos que fazer uns dois volumes de álbum para colocar tudo. Fiquei com gosto de quero mais… e que venham mais casamentos judaicos!


















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Tempo

A Maria da Graça é um caso a parte na minha história. Veio conhecer meu trabalho só para fazer companhia a uma amiga que estava noiva. Na ocasião ela era solteira, não tinha namorado e nenhuma pretensão de pensar na cobertura do próprio casamento.  Um dia, muitos meses depois, minha secretária agendou um horário para fechar um contrato para Maria da Graça. Perguntei quem era, disse que não me lembrava de ter atendido esta cliente e ela já vinha fechar? Não entendi. Até que veio a noivinha, com um brilho no olhar de quem realiza um sonho muito sonhado. O tempo tem seu tempo, só é preciso saber lidar com ele.



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Almas Perfumadas

“Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta.
De sol quando acorda.
De flor quando ri.
Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande, sem relógio e sem agenda.
Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça, melando os dedos com algodão-doce da cor mais doce que tem pra escolher.
O tempo é outro e a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver.
Tem gente que tem cheiro de banho de mar quando a água é quente e o céu é azul.
Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo.
Ao lado delas, pode ser abril, mas parece manhã de Natal do tempo em que a gente acordava e encontrava o presente do Papai Noel.
Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza.
Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa.
Do brinquedo que a gente não largava.
De passeio no jardim.
Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume que vem de dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo.
Corre em outras veias.
Pulsa em outro lugar.”

Ana Cláudia Saldanha  Jácomo

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